Oi povo do sambaūüėČ

Estou de volta!

Hoje vamos conhecer um pouquinho da hist√≥ria desse mestre sala cheio de charme e eleg√Ęncia. Capoeirista, professor de dan√ßa pai da espetacular Leandra Alves (porta bandeira renomada do nosso Carnaval). Vou contar a trajet√≥ria de Leandro Giordani Alves.

Tudo começou em 1993 com a Vera Veludo na Unidos da Cova da Onça onde desfilou 2 anos e foram melhor casal de Mestre Sala e Porta Bandeira. Leandro teve como primeiro professor o senhor José da Nova (renomado carnavalesco de nossa cidade) que dava dicas e corrigia os movimentos executados por Leandro dizendo a ele como um mestre sala deve se portar.

Leandro desde muito jovem j√° observava alguns dan√ßarinos entre eles o famoso Zńó Cartola e por ser capoeirista e gostar de dan√ßar isso facilitava a ele executar o bailado do Mestre Sala. Em 95 vai para os Rouxin√≥is, por√©m por n√£o ter uma parceira e ter que desfilar acompanhado pela baiana destaque, Leandro se desmotiva e se afasta do carnaval.

A convite do senhor Augusto Conte, Carla Conte e do senhor Oliveira nosso mestre sala volta a sua fun√ß√£o na Escola de Samba Unidos da Ilha do Marduque. Tendo como parceira Carol Baixinha, e ent√£o acontece o mais triste e inesperado e mais triste epis√≥dio da carreira de Leandro: Ele e sua parceira precisam passar sua fantasia para o casal Robson e Ana Paula (vindos do Rio) e Leandro e Carol desfilam com as roupas de ensaio ūüė™.

No ano seguinte Leandro é convidado pelo presidente da Deu Chucha na Zebra (Sérgio Saldanha) e passa a defender o pavilhão preto e branco. Na Escola de Samba Deu Chucha na Zebra ele leva como sua parceira sua colega de dança Carolina que era muito dedicada e determinada, tanto que receberam o Estandarte de Ouro e foram nota 10. No ano seguinte Leandro se separa de Carolina e traz para ser sua parceira sua filha Leandra (apesar da pouca idade) que já estreia como primeiro casal no desfile da escola. Pai e filha desfilam em torno de 6 anos no carnaval librenho defendendo o pavilhão da escola Tradicion. Ainda na Escola de Samba Deu Chucha na Zebra o casal realizou um desfile nota 10 em um ano onde pouquíssimos quesitos da escola foram nota máxima.

Em 2010 Leandro conhece Manoel Dion√≠sio e Delegado na cidade de Porto Alegre. Tamb√©m em 2010 faz parte do grupo de mestres salas e portas bandeira Padede do Samba o que deixou Leandro muito orgulhoso. Por√©m nem tudo s√£o flores n√© minha gente ūüė† e mesmo Leandro trazendo a nota m√°xima no seu quesito em um evento da preto e branco por conta de uma falha de comunica√ß√£o nosso casal se prepara para sua apresenta√ß√£o no anivers√°rio da escola e tem uma triste surpresa ao serem substitu√≠dos por um casal de Porto Alegre. Este acontecimento entristece profundamente pai e filha que se desligam da preto e branco.

Mas como o casal entende do riscado o presidente da Império Serrano (Jair Rodrigues) contrata Leandro e Leandra para fazerem parte da escola e mais uma vez um acontecimento inusitado faz com que o casal tenha que enfrentar os desafios da carreira: por motivos de força maior o primeiro casal desfila apenas uma noite, cabendo a pai e filha assumirem o posto de primeiro casal sem nem mesmo ter se preparado para tal responsabilidade.

Ent√£o chega a hora de pai e filha se separarem. Leandro entrega Leandra para ser parceira do seu noivo Sep√© e ambos passam a ser o casal da vermelho e branco Cova da On√ßa e cabe a Leandro a fun√ß√£o de orientar e auxiliar o casal, o que n√£o foi muito dif√≠cil j√° que a parceria de Sep√© e Leandra j√° vinha das invernadas. Mais uma vez nosso amigo troca de parceira e desta vez se junta a maravilhosa Roselaine Telles (Rose) ambos defenderam o pavilh√£o da Imp√©rio Serrano e de escolas no Uruguay, por√©m a parceria finda quando Leandro recebe o convite para representar os Rouxin√≥is sua escola do ūüíö.

Na verde e branco sua parceira seria a querida Duda (filha do Marimba), porém um desentendimento com a diretoria da escola as vésperas do aniversário da verde e branco tira Duda do cargo e Leandro traz sua sobrinha Nadiele Alves que está com ele até hoje. Leandro conta que sua sobrinha já dançava em invernada mas não tinha o conhecimento do bailado de uma porta bandeira e que ela aprendeu assistindo vídeos, ensaiando sozinha e pedindo dicas para a prima Leandra.

Hoje tio e sobrinha encantam a todos com seu lindo bailado representando o pavilh√£o verde e branco.

E esta foi uma pequena parte da trajet√≥ria do meu querido amigo Leandro Giordani Alves, espero que voc√™s tenham gostado. Um beijo no ‚̧ de cada um de voc√™s meus carnavalescos queridos ūüėė

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